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segunda-feira, dezembro 13, 2010

à Meu Platônico

Ilusão rima com teu nome
Criei-te em meus pensamentos
Teu corpo, voz, sentimentos...
Imaginar-te meus dias consome.

Queria poder dar-te um rosto...
Coragem, tu só vens etilicamente
A sobriedade me deixa dormente,
Impede-me de sentir teu gosto.


E torço para que chegue o dia
Em que nossos corpos se pedirão,
Mas nunca te vi, serás meu padrão?
Pouco me importa como és, me guia!

Até chegar ao teu regaço,
Faz de mim a tua Deusa,
Faz de mim a tua preza,
Faz de mim o teu pedaço...

quarta-feira, novembro 03, 2010

Assim me encontro, mesmo perdida...

Aos trancos e barrancos sigo
Levando o mundo comigo
Sabendo para onde vou, porém,
Sem saber se chegarei além.

Fecham-se ciclos, intermitentes
Abrem-se portas à minha frente
Adentrarei às cegas, perdida,
mas com pé no chão, não iludida.

E cavo cada vez mais fundo
E o abismo faz-se profundo,
Busco assim chegar ao céu!
Pois não sei qual meu papel...

Coadjuvante de meu próprio destino,
Pois minha vida, qual um desatino,
Já foi traçada, escrita por outro!
E assim me perco para ver se a encontro...

terça-feira, outubro 19, 2010

Relaxe... Eles nunca saberão

Se mostre, me inspire
Sou gás hilariante!
E nesse jogo excitante
Sufoque-se e pire,
Prove do efeito imoral.
Com minha língua em teu pau
Cante a toada do cio,
Embarque nesse desvario,
Faça jorrar teu canhão!
Relaxe... Eles nunca saberão!

quarta-feira, outubro 13, 2010

Tão real...

É demasiada a loucura,
sentires a temperatura,
Daquele que nunca viste,
Que nem sabes se existe?
Pois tragam-me camisa de força,
Que nunca nenhuma outra moça
Será a musa das Tamarindeiras,
Iludida, sem eiras e beiras...
Pois no auge do meu torpor,
Nunca senti tamanho ardor,
O toque dos seus doze dedos,
A entrega, sem ânsias, sem medos
Pois entre o pavão exibicionista
E a tartaruga nunca antes vista,
Quero antes tê-la nua em pelos,
Fazê-la pente a roçar-me os cabelos,
Para depois quedar-me em seu peito,
Sentindo no colo o enlace perfeito.

Diana Athenas

sábado, outubro 09, 2010

Desabafo

Cobra...
Cobra! 
Sonsa!
Afaste-se de mim, traiçoeira!
Sorriso falso, 
Olhos de raposa...
Afaste-se! 
Afaste-se de mim!
Retire sua máscara, 
Já foste descoberta!
Deixe-me em paz,
Em meu recanto...
Aproveitadora,
Sanguessuga,
Falsária!
Saia daqui!
Afaste-se!
Afaste-se!


O asco me toma ao ouvi-la
A peçonha envenena-me os ouvidos.
Saia! 
Saia! 
Retire-se daqui!
Sua risada forçada me enlouquece...
Intrusa! 
Falsa!
Ridícula!
Não diga que queres morrer,
Pois teria o prazer em fazê-la!
Daria tudo para não mais vê-la.
Suma da minha frente!
Saia!
Saia!

sexta-feira, setembro 10, 2010

Cúmplices?! Eis meu direito de resposta

A um amigo querido...
[ou ex amigo, ou suposto amigo...vai saber...]

Enlouquecidas? Talvez...
Sem caráter? Que ofensa!
Saber que assim você pensa
Me faz dizer de uma vez:
Bem maior insensatez
É ser refém e não fugir,
Ficar iludido e trair,
Achar normal a vingança,
E por conveniência fingir!

Fingir que está amando,
Fingir que está sendo amado,
Fingir que não está cansado
Fingir não estar acreditando
Fingir não estar se torturando
Fingir que está tudo bem
Fingir não poder viver sem...
Fingir que a burrice suporta
Fingir que consigo não importa
Fingir a relação que não tem!

Cúmplices?! Informação verdadeira!
Resulta da amizade,
De falar sempre a verdade,
De fazer de tudo uma brincadeira...
Às vezes um pouco sem eira,
Porém nunca para o mal,
nem qualquer coisa ilegal,
Tampouco separar casais,
Nem organizar bacanais,
Nem fazer coisa imoral.

Quisera eu estar manipulando informações!
Não haveria confusão, nem briga
Não haveria choro, nem intriga
Estarias feliz com teus grilhões...
E não fazendo suposições
Falsas, enganosas e injustas
Não sofrerias às minhas custas...
Porém não sou  eu que minto...
E que raiva hoje sinto,
Para não te dizer que me assustas!

Certo estás, em teu pensamento:
Não acredite em ninguém!
Quem mais vai querer seu bem
Além dela que é teu acalento?
Além do sexo a contento,
Quem mais quer te ver feliz
E dono de teu próprio nariz?
Todos em volta mentirão...
Uma só pessoa tem a razão!
Não te enganamos por um triz:

Amigos mentem, 
Família engana
Pessoas tem gana.
Inveja sentem...
Por mais que tentem
A verdade é relativa,
O coração cativa
A verdade é manipulável,
O amor inimputável,
Acredita em tua "Diva"...

domingo, agosto 15, 2010

Nuas, ruas, luas, tuas, só tuas!

De quantas luas preciso para te conquistar?
Quantas ruas caminharei para chegar a ti?
Minha lua está cheia, de tua minguante preciso!
Mostra-me, imaginário amor!
O real e o imoral já não mais existem...
O que nos resta é o nada, a ilusão.
Dá-me tua mão, tenho sede, dá-me teu licor,
Dá-me teu corpo, a ilusão de que estás aqui
Que posso ver-te e sentir.
Dá-me tua alma, tua inspiração
Permita-me que eu seja tua
E em troca te darei o necessário para que fiques,
Nuas, ruas, luas, tuas, só tuas!
Sangue, fogo e calmaria... Prazer, viver.
Pois que meu corpo, já o tens!

Diana Athenas

terça-feira, agosto 10, 2010

A GENTE RECOMENDA: Menotti Del Picchia

Eu adoro Menotti, então resolvi recomendar para vocês esse autor que tanto admiro!!
Aqui trago um trecho da minha poesia favorita, é um texto/peça/poesia, intitulado "Máscaras"
                                                                  [...]

COLOMBINA: 
Onde estavas, Pierrot? Entre as balsas amigas, tendo no peito um sonho e no lábio cantigas, dizia a cada flor:  “Mimosa flor, não viste um Pierrot muito branco...”  
PIERROT: 
Um Pierrot muito triste... 
COLOMBINA:
E respondia  a flor: “Sei lá... Nestas campinas passam tantos Pierrots atrás de Colombinas...” E eu seguia e indagava: “Ó regato risonho: não viste, por acaso, o Pierrot do meu sonho? “ E o regato correndo e cantando, dizia: “Coro e canto e não vejo” -  e cantava e corria...  Nos céus, ergendo o olhar, eu via, esguio e doente, o pálido Pierrot recurvo do crescente...  
Assim te procurei, entre as balsas amigas, tendo no peito um sonho e  no lábio cantigas, só porque, meu amor, uma noite, num banco, eu encontrara olhar de um triste Pierrot branco.  
PIERROT: 
Não! Não era um olhar! Ardia nessa chama  
toda a angústia interior do meu peito que te ama  
Nosso corpo é tal qual uma torre fechada  
onde sonha , em seu bojo, uma alma encarcerada.  
Mas se o corpo é essa torre em carne e sangue erguida,  
O olhar é uma janela aberta para a vida,  
e, na noite de cisma, enevoada e calma,  
na janela do olhar se debruça nossa alma  
COLOMBINA, languidamente abraçada a Pierrot: 
Olha-me assim, Pierrot... Nada mais belo existe  
que um Pierrot muito branco e um olhar muito triste...  
Os teus olhos, Pierrot, são lindos como um verso.  
Minh’alma é uma criança, e teus olhos um berço  
com cadências de vaga e, à luz do teu olhar,  
tenho ânsias de dormir, para poder sonhar!  
Olha-me assim, Pierrot... Os teus olhos dardejam!  
São dois lábios de luz que as pupilas me beijam...  
São dois lagos azuis à luz clara do luar...  
São dois raios de sol prestes a agonizar...  
Olha-me assim Pierrot... Goza a felicidade  
de poluir com esse olhar a minha mocidade  
aberta para ti como uma grande flor,  
meu amor...meu amor...meu amor... 

PIERROT: 
Meu amor! 

Colombina e Pierrot abraçam-se ternamente. Há, como  
um cicio de beijos, entre os canteiros dos lírios. 

                                                                              [...]


Biografia:
Paulo Menotti del Picchia nasceu em São Paulo, em 1892. Fez seus estudos secundários em Pouso Alegre, Minhas Gerais, onde aos 13 anos de idade, editou o jornalzinho "Mandu", nele inserindo suas primeiras produções literárias. Viveu em Itapira, cidade do interior paulista, e aí editou "Juca Mulato", sua obra de maior repercussão, que já teve dezenas de edições. É autor de romances, contos e crônicas, de novelas e ensaios, de peças de teatro, de estudos políticos e de obras da literatura infantil. 

A poesia da fase modernista de Menotti del Picchia é colorida e engenhosa, padecendo do excesso das imagens. Abusa dos elementos plásticos, dos efeitos pitorescos e verbais. Mas, como todos os seus defeitos, que decorrem da atitude polêmica assumida, fecundou de idéias o período histórico que viveu, e que ajudou a desenvolver, sacrificando até a realização de obra poética de maior ressonância que podia dar. 

segunda-feira, julho 26, 2010

Gotas de Néctar

Quando deixei de ser a principal
E passei a ser coadjuvante do espetáculo?
Quando foi que me despi afinal,
Me tornando refém de meu próprio vernáculo?

Meus neurônios, são demônios que estão a me torturar
Traço o passo, faço a trança, mato a traça
E nessa dança que me faço e refaço, esperança...
Meu retrato destrata o que quero me tornar

Adeus, loucura de meus desejos!
Até nunca! Insanidade, desvario...
Liberto-me hoje dessa alucinação,
Não quero mais ser escrava da solidão.

quarta-feira, julho 21, 2010

E para completar, uma gotinha de néctar

A vaidade que te mata,
Recolhe, escraviza e maltrata,
Acolhe, improvisa e destrata
Encolhe, sensibiliza e retrata,
A lealdade que te falta.

A morte, o que te espera
Conjuga, subjuga, tempera
Molesta, empresta, modera
Arranca, carranca, apodera
A sorte, o que te esmera. 

A[u]TORMENTADA

As idéias más, jocosas, odiosas,
Os jogos, os jugos, toda a mentira
O carnal, o banal, o igual, o boçal
Agir, fingir, o que nunca sentira...
Enganar, forjar,matar, inspirar
Vomitar a poesia que traíra
Correndo, sendo, vendo e sabendo
Qual a armadilha em que caíra.

Tormento, lamento, sentimento, sofreguidão
Tristeza, sua presa, tigresa, devassidão
Culpa, desculpa, abrupta, sem coração
Vinha, venha, vinho, senha, vastidão
Pecado, recado, vilipendiado, ingratidão
Despido, sem sentido, dolorido, compaixão
Amiúde, completude, atitude, invasão,
Sem anseios, mostre os seios, sem rodeios, mansidão.

Atormentada, vil, obcecada
Ressequido, caloroso, mal dormido
Vazio, ouvia, esvazia e dormia
Virulento, violento, excremento.
Doença, clemência, castigo, demência
Entrave, a chave, deidade, vontade,
Sexual, sensual, canibal, vital.
Come, insone, escreve e some...

Só por Encanto, Só por enquanto...

Enquanto o silêncio prevalece
Enquanto as pessoas dormem
Enquanto entoar uma prece
Enquanto os desejos consomem
Enquanto de abrigo carece
Enquanto suas lágrimas somem
Enquanto seu grito emudece
Enquanto os outros não comem
Enquanto ele não aparece
Enquanto for só mais um homem.

Enquanto eu puder gritar
Enquanto eu puder cair
Enquanto eu quiser levantar
Enquanto eu conseguir sair
Enquanto aqui for meu lar
Enquanto eu não puder partir
Enquanto outro não encontrar
Enquanto não puder mais sentir
Enquanto dele não gostar
Enquanto eu puder dormir...

Por enquanto,
Nasce o encanto
Neste canto...
O meu recanto.

Lunática

Fazendo sexo,
Não estou sentindo
Tudo sem nexo,
E você tão lindo!!

Tô Congelando...
Baby, vem esquentar
Pois só provando
Posso gostar.

Tolo desejo,
Nunca acontecerá,
E nesse ensejo,
Ela nunca saberá...

A lua cúmplice...
A Deusa lunática,
Confusa e dúplice
Luxurienta, fanática

A outra imagem
A minha loucura...
A outra, passagem
Nossa desventura.

domingo, julho 11, 2010

Ninguém ama mais do que os bêbados...

O álcool em tuas veias
O sentimento vai dominando,
O efeito vai chegando
Vou caindo em tuas teias,
Não importam se são feias,
Boas ou más situações.
Baco incendeia os corações
Suas vinhas no peito derrama,
Pois só o bêbado é que ama
Com a melhor das intenções.

Não cabemos em nós, de tamanha felicidade!!!

Gente, é sabido que eu não tenho nenhuma pretensão poética! Na verdade, comecei esse blog mais para dar apoio moral para minha amiga Ariadnée, que é uma das minhas amigas/poetisas que mais admiro {Tem a Jonara também, que amo e amo!].
Eis a minha felicidade quando abro o twitter e vejo o Tárcio falando de nosso bloguinho!
Mal sabia eu que a traquinagem dele tinha sido bem maior!
E fiquei muito feliz ao ver que em um de seus blogs, o Raimundo Pajeú (um dos nossos indicados à esquerda) ele nos deu esse presentinho, que nunca iremos esquecer, bem como nunca teremos como retribuir à altura!!!

Gente, ele simplesmente ilustrou nossas poesias, o que ficou lindo, e diga-se de passagem, a nossa cara! E falou bem de nosso bloguinho tbm!! XD
Vocês não podem entender a dimensão de nossa felicidade, ao sermos reconhecidos por alguém do porte cultural de nosso querido amigo Tárcio José, mas para entenderem melhor, dêem uma olhada em dois de seus ótimos blogs [que são muitos hehehe]:
http://raimundopajeu.blogspot.com/
http://www.tuparetama.blogger.com.br/
E no Fotoblog: http://www.tarcioviuassim.blogspot.com/

Bjinho a todos,
e não deixem de conferir os blogs de Tárcio!

sexta-feira, julho 09, 2010

Haikais da Madrugada

Posso ver forma,
Porém não o conteúdo!
Isso me deforma...

Quando o ignoro,
Finjo gostar, desgosto...
Silêncio sonoro.

Ele tem coleira
Tem dona, namorada!
E eu aqui sem eira...

Importa isso?
Se nem o conheço bem...
Por que o cobiço?

Difícil saber...
Mas se continuar assim
Vou enlouquecer!

Diana Athenas

quinta-feira, julho 01, 2010

Glaucoma

Mudo,assanhado, tísico, enlouquecido
Carente, envolvente, intenso e descabido...
Lúcifer redivivo a me tentar!
Suas formas cilíndricas a mostrar,
Vasta floresta que tenho que explorar.
Já viste rigidez tamanha?
Podes ver o pico da montanha?
Que congela por ti, mesmo caliente!
E os fluidos a reluzir virtualmente...
O Glaucoma que ora me cega os sentidos!
Promessa a qual não devo dar ouvidos,
Obsessão que não quero alimentar nem posso,
Não se preocupe, é um segredinho nosso...

sexta-feira, junho 11, 2010

Em homenagem ao dia dos DESnamorados!

De tantas pessoas no mundo
Umas gostam, outras amam,
Outras de tudo reclamam
por não ter sentimento fecundo
Tampouco o que sentem é profundo,
E cá estou eu a pensar...
Quem tem a sorte de amar,
Tem medo de seguir errando?
Seguem namorando ou ficando?
Eles tem medo de se entregar?

Queria antes ser como um sortudo
Que nada teme, surpreendente,
Com segurança de si, envolvente,
Não fica com medo de tudo...
Não consigo ser assim, contudo,
Tenho em mim o que é necessário
Pra viver um conto corsário,
De amor tão profundo, enlouquente,
Bárbaro, vil, forte, envolvente,
Sagrado tal qual o sudário.

E podia ser tal qual o poeta
Uma vez escreveu para poucos:
Antes sim o lirismo dos loucos!
Para aplacar uma paixão inquieta
E secar uma gota indiscreta,
Que às vezes, dos olhos, se furta.
Nos cega, ensurdece e nos surta,
Por paixões tresloucadas, ardentes,
Que afeta os sentindos dormentes,
E seja eterna, ainda que curta...

Ou antes não amar ninguém!
Ter uma vida plena e vazia,
Sem emoção monótona e fria,
Mas isso enlouquece também:
Ficar longe, seco e aquém
De tudo que é instinto humano
Não ser passível de engano
Se tornar um robô frígido,
Sem sentimento, tolo e rígido,
Porém à prova de dano.

O que ser neste jogo sem fim?
pierrot, arlequim, colombina?
Bêbado, palhaço, bailarina?
Dizei-me, deus meu! Que será de mim?
Dizei se será sempre assim,
Sempre estarei inconformado?
Com a sensação de estar privado,
Dizei-me logo o que fazer!
Ou irei de vez enlouquecer...
não deixei-me só, aqui, parado!

Sigo pois, na minha labuta,
Sem entender qual o sentido,
da vida, depois de ter nascido
Se entregar, pois, a essa disputa,
deixar-se, pois, perder essa luta
Da tríade que é-nos imposta,
E da forma que nos é disposta:
Nascer, reproduzir e morrer!
Apenas isto que constitui o ser?
Seria nossa vida essa b@#$% ?

Diana Athenas Marques Magalhães

Adendo: O que podemos fazer?
Escrever sobre campos plácidos e verdejantes,
quando, por dentro, a fúria dos tufões nos consome?
Balelas... Só balelas!

sábado, maio 22, 2010

NÃO PROFANE O QUE É SAGRADO

Querendo deixar-me em casa
De pretexto, a violência...
Mentiu com tal indecência,
E deixou meu corpo em brasa
Eu não devia ter dado asa!
Com puta ta acostumado,
E quase que me foi dado
Trato de quenga também
Pega aí não meu bem!
Não profane o que é sagrado!

Com a fome de uma canibal
Querendo que eu ficasse nua
Mas não sou cadela de rua
Às outras eu não sou igual!
Foste duro, vaqueiro brutal...
Dizendo não ter me forçado,
Saindo bufando, zangado,
Deixou-me com raiva também
Faz assim não meu bem!
Não profane o que é sagrado!

Com mulher não sabe lidar!
Acostumado que é com bicho,
Porém não achei no lixo
E não adianta tentar
Sem intimidade, forçar...
Antes não tivesse ficado!
Não teria te aturado
Chamando-me mozão também,
Fala assim não meu bem!
Que isso já foi profanado!

Diana Athenas Marques Magalhães

sexta-feira, abril 09, 2010

Que Deusa grega você é???

Gente, como tô sem tempo e com preguiça de postar algo de futuro, deixo aqui o link de um teste super bacana, que vai revelar que Deusa Grega você é!!
Façam e deixem o resultado nos comentários!
Bjos e té mais!!!

http://msn.bolsademulher.com/testesperfil/secao/104/1277

UPDATE: GENTE PODE ATÉ PARECER QUE NÃO, MAS OLHA SÓ MEU RESULTADO:

Atena – Deusa independente
É amiga dos homens e admira a natureza masculina. Contudo, é uma mulher feliz consigo mesma e não sente necessidade de casar. Protege e briga em favor de alguém, se necessário, mas nunca acolhe e nem se deixa ser acolhida. É a mulher que pensa por si mesma, que tem opinião. Possui muita habilidade com as mãos. Atena representa as mulheres envolvidas no campo artístico e intelectual, sempre interessadas em assuntos políticos e com independência de ideias. Muitas mulheres de tipo Atena são executivas orientadas por um ideal de sucesso e poder, mais do que de carreira.