domingo, janeiro 16, 2011

Um Ideal

Eu luto pelo direito

De dizer a todos que te amo

Para não precisar esconder o beijo

Que em meu coração te exclamo


Eu luto pelas horas de amor

Pela minha mão na tua em plena rua

Enquanto olhamos para o horizonte

Abençoados pela luz da lua


Eu luto pelo teu abraço

Pra afirmar que é meu o teu cuidado

Enquanto nossos olhos testemunham

As doces tempestades de um afago


Eu luto pela liberdade

De não precisar fingir o que não somos

Para que um dia possamos rir juntos

Daqueles hipócritas que nós jamais fomos


Eu luto pelo dia da paz

E pela época da aceitação

Onde sejamos simplesmente nós

Sem dor sem medo com ardor e ação



3 comentários:

TARCIO VIU ASSIM disse...

A poesia a serviço da liberdade! Muito inspiradora, como tudo que vc escreve Querido Apolo. Gostei imensamente desses versos:
"Eu luto pela liberdade
/ De não precisar fingir o que não somos/
Para que um dia possamos rir juntos
/Daqueles hipócritas que nós jamais fomos"
... embora nem todas as conquistas desejadas estejam ganhas, Já estamos rindo, né mesmo?

Diana Athenas disse...

Adorei!!! tá esta entrou para o hall de minhas poesias prediletas!!!
Amoooo a sua inspiração!

Antônio José Xavier (Apolo) disse...

-Obrigado amigos, o desejo de ser livre e de fato o ser nos impulsiona a muitos engajamentos poéticos.