O álcool em tuas veias
O sentimento vai dominando,
O efeito vai chegando
Vou caindo em tuas teias,
Não importam se são feias,
Boas ou más situações.
Baco incendeia os corações
Suas vinhas no peito derrama,
Pois só o bêbado é que ama
Com a melhor das intenções.
domingo, julho 11, 2010
Não cabemos em nós, de tamanha felicidade!!!
Gente, é sabido que eu não tenho nenhuma pretensão poética! Na verdade, comecei esse blog mais para dar apoio moral para minha amiga Ariadnée, que é uma das minhas amigas/poetisas que mais admiro {Tem a Jonara também, que amo e amo!].
Eis a minha felicidade quando abro o twitter e vejo o Tárcio falando de nosso bloguinho!
Mal sabia eu que a traquinagem dele tinha sido bem maior!
E fiquei muito feliz ao ver que em um de seus blogs, o Raimundo Pajeú (um dos nossos indicados à esquerda) ele nos deu esse presentinho, que nunca iremos esquecer, bem como nunca teremos como retribuir à altura!!!
Gente, ele simplesmente ilustrou nossas poesias, o que ficou lindo, e diga-se de passagem, a nossa cara! E falou bem de nosso bloguinho tbm!! XD
Vocês não podem entender a dimensão de nossa felicidade, ao sermos reconhecidos por alguém do porte cultural de nosso querido amigo Tárcio José, mas para entenderem melhor, dêem uma olhada em dois de seus ótimos blogs [que são muitos hehehe]:
http://raimundopajeu.blogspot.com/
http://www.tuparetama.blogger.com.br/
E no Fotoblog: http://www.tarcioviuassim.blogspot.com/
Bjinho a todos,
e não deixem de conferir os blogs de Tárcio!
Eis a minha felicidade quando abro o twitter e vejo o Tárcio falando de nosso bloguinho!
Mal sabia eu que a traquinagem dele tinha sido bem maior!
E fiquei muito feliz ao ver que em um de seus blogs, o Raimundo Pajeú (um dos nossos indicados à esquerda) ele nos deu esse presentinho, que nunca iremos esquecer, bem como nunca teremos como retribuir à altura!!!
Gente, ele simplesmente ilustrou nossas poesias, o que ficou lindo, e diga-se de passagem, a nossa cara! E falou bem de nosso bloguinho tbm!! XD
Vocês não podem entender a dimensão de nossa felicidade, ao sermos reconhecidos por alguém do porte cultural de nosso querido amigo Tárcio José, mas para entenderem melhor, dêem uma olhada em dois de seus ótimos blogs [que são muitos hehehe]:
http://raimundopajeu.blogspot.com/
http://www.tuparetama.blogger.com.br/
E no Fotoblog: http://www.tarcioviuassim.blogspot.com/
Bjinho a todos,
e não deixem de conferir os blogs de Tárcio!
sábado, julho 10, 2010
Profanação I
Se eu fosse algum santinho
Teria outra morada
Bem ao ladinho de Deus
Só vigiando a moçada
Mas para ser bem sincero
Sou fraco na vocação
De cuidar de pecadores
Prefiro outra profissão
É que ainda estou bem longe
Dessa tal evolução
Tô mais para o Moulin Rouge
Pra farra pra diversão
Então não espere muito
Não crie expectativas
Contrariando o poeta
“Sou aquilo que cativas”
Antônio Xavier (Apolo)
Teria outra morada
Bem ao ladinho de Deus
Só vigiando a moçada
Mas para ser bem sincero
Sou fraco na vocação
De cuidar de pecadores
Prefiro outra profissão
É que ainda estou bem longe
Dessa tal evolução
Tô mais para o Moulin Rouge
Pra farra pra diversão
Então não espere muito
Não crie expectativas
Contrariando o poeta
“Sou aquilo que cativas”
Antônio Xavier (Apolo)
Profanação II
São Pedro estando sentado
A direita de Deus Pai
Disse: Senhor minha fé
Balança e quase cai
E Deus Todo-Poderoso
Com um semblante abismado
Diz: Meu filho é assim mesmo
Nem tudo é pra ser sagrado
Então aparece um Anjo
Vestido de drag Queen
Pra proclamar uma reve
Na turma dos anjos teen
Deus e São Pedro se animam
No ato daquela festa
Agarraram-se um ao outro
E dançam testa com testa
Antônio José Xavier (Apolo)
sexta-feira, julho 09, 2010
Sem Sentido
O triste fim do caminho
É um vazio profundo
É algo assim sem sentido
Como perdido no mundo
*
Nada vale muito a pena
Tudo é muito fabricado
As coisas vão acabando
E o resto fica de lado
*
E como um deslocamento
Tudo vai se dissipando
No fim não resta mais nada
Foi tudo um grande engano
*
Revoltas vão despertando
Num painel de não-querer
Se o adeus já é tarde
Melhor deixar-se esquecer
*
Cansados seguem os pobres
Sem espírito e sem razão
Sem casa vida ou destino
Sem medo sem coração
*
P.S.: Minha primeira publicação oficial aqui, bem esse é mais um dos momentos um tanto doloridos em minha vida por isso essa poesia vem bem a calhar...
*
Antônio José Xavier (Apolo)
Haikais da Madrugada
Posso ver forma,
Porém não o conteúdo!
Isso me deforma...
Quando o ignoro,
Finjo gostar, desgosto...
Silêncio sonoro.
Ele tem coleira
Tem dona, namorada!
E eu aqui sem eira...
Importa isso?
Se nem o conheço bem...
Por que o cobiço?
Difícil saber...
Mas se continuar assim
Vou enlouquecer!
Diana Athenas
Porém não o conteúdo!
Isso me deforma...
Quando o ignoro,
Finjo gostar, desgosto...
Silêncio sonoro.
Ele tem coleira
Tem dona, namorada!
E eu aqui sem eira...
Importa isso?
Se nem o conheço bem...
Por que o cobiço?
Difícil saber...
Mas se continuar assim
Vou enlouquecer!
Diana Athenas
quinta-feira, julho 08, 2010
Verdades
O mundo pertence aos tolos
Assim como me pertence
A vida me dá mil bolos
Mas nada disso me vence
De toda a sorte que tive
Pouco ou nada me restou
Se não tenho muita sorte
Pra sorte pouco me dou
Se a vida é pra se seguir
Sigo a minha caminhada
Cada degrau que venci
Diminui minha jornada
Lembranças são agulhinhas
Que ferem agente por dentro
Por vezes lembrar faz bem
Por vezes é um tormento
Se eu já amei e sofri
Também fiz alguém sofrer
Vou continuar amando
Mesmo depois que eu morrer
Antônio José Xavier (Nosso Apolo!)
Gostaram? E se eu disser que ele é o nosso mais novo Deus?
pois é amiguinhos, estamos ganhando mais um aliado!
Ele me disse: "minhas poesias são todas muitos profanas ou muito melosas, ou as duas coisas..."
Porra!!! è assim que a gente gosta!!! hehehehe
Bem Vindo ao Olimpo Apolooooo!!!
Bjo a todos!
Assim como me pertence
A vida me dá mil bolos
Mas nada disso me vence
De toda a sorte que tive
Pouco ou nada me restou
Se não tenho muita sorte
Pra sorte pouco me dou
Se a vida é pra se seguir
Sigo a minha caminhada
Cada degrau que venci
Diminui minha jornada
Lembranças são agulhinhas
Que ferem agente por dentro
Por vezes lembrar faz bem
Por vezes é um tormento
Se eu já amei e sofri
Também fiz alguém sofrer
Vou continuar amando
Mesmo depois que eu morrer
Antônio José Xavier (Nosso Apolo!)
Gostaram? E se eu disser que ele é o nosso mais novo Deus?
pois é amiguinhos, estamos ganhando mais um aliado!
Ele me disse: "minhas poesias são todas muitos profanas ou muito melosas, ou as duas coisas..."
Porra!!! è assim que a gente gosta!!! hehehehe
Bem Vindo ao Olimpo Apolooooo!!!
Bjo a todos!
quinta-feira, julho 01, 2010
Glaucoma
Mudo,assanhado, tísico, enlouquecido
Carente, envolvente, intenso e descabido...
Lúcifer redivivo a me tentar!
Suas formas cilíndricas a mostrar,
Vasta floresta que tenho que explorar.
Já viste rigidez tamanha?
Podes ver o pico da montanha?
Que congela por ti, mesmo caliente!
E os fluidos a reluzir virtualmente...
O Glaucoma que ora me cega os sentidos!
Promessa a qual não devo dar ouvidos,
Obsessão que não quero alimentar nem posso,
Não se preocupe, é um segredinho nosso...
Carente, envolvente, intenso e descabido...
Lúcifer redivivo a me tentar!
Suas formas cilíndricas a mostrar,
Vasta floresta que tenho que explorar.
Já viste rigidez tamanha?
Podes ver o pico da montanha?
Que congela por ti, mesmo caliente!
E os fluidos a reluzir virtualmente...
O Glaucoma que ora me cega os sentidos!
Promessa a qual não devo dar ouvidos,
Obsessão que não quero alimentar nem posso,
Não se preocupe, é um segredinho nosso...
terça-feira, junho 22, 2010
GOTAS DE NÉCTAR
Gente, devido a falta de tempo, emoção e inspiração,
resolvemos inaugurar a coluna GOTAS DE NÉCTAR,
para que possamos assim, melhor atendê-los,
e não ficarmos tanto tempo sem postar nada esperando por [ins]PIRAÇÂO!
Beijunda em todos
BADALAM, BADALAM, BADALAM
OS SINOS VIRTUALMENTE...
VICIAM E NÃO SAEM DA MENTE,
REPICAM OS SINOS E NÃO CALAM.
ELAS DE OUTRA COISA NÃO FALAM,
OS SINOS DOBRAM POR QUEM?
ME PONHO A PENSAR ALÉM,
SERÁ QUE É DE MODO GERAL?
ESPERO QUE NÃO SEJA TAL QUAL,
OU ACABARÁ MACHUCANDO ALGUÉM!
DIANA ATHENAS
resolvemos inaugurar a coluna GOTAS DE NÉCTAR,
para que possamos assim, melhor atendê-los,
e não ficarmos tanto tempo sem postar nada esperando por [ins]PIRAÇÂO!
Beijunda em todos
BADALAM, BADALAM, BADALAM
OS SINOS VIRTUALMENTE...
VICIAM E NÃO SAEM DA MENTE,
REPICAM OS SINOS E NÃO CALAM.
ELAS DE OUTRA COISA NÃO FALAM,
OS SINOS DOBRAM POR QUEM?
ME PONHO A PENSAR ALÉM,
SERÁ QUE É DE MODO GERAL?
ESPERO QUE NÃO SEJA TAL QUAL,
OU ACABARÁ MACHUCANDO ALGUÉM!
DIANA ATHENAS
sexta-feira, junho 11, 2010
Em homenagem ao dia dos DESnamorados!
De tantas pessoas no mundo
Umas gostam, outras amam,
Outras de tudo reclamam
por não ter sentimento fecundo
Tampouco o que sentem é profundo,
E cá estou eu a pensar...
Quem tem a sorte de amar,
Tem medo de seguir errando?
Seguem namorando ou ficando?
Eles tem medo de se entregar?
Queria antes ser como um sortudo
Que nada teme, surpreendente,
Com segurança de si, envolvente,
Não fica com medo de tudo...
Não consigo ser assim, contudo,
Tenho em mim o que é necessário
Pra viver um conto corsário,
De amor tão profundo, enlouquente,
Bárbaro, vil, forte, envolvente,
Sagrado tal qual o sudário.
E podia ser tal qual o poeta
Uma vez escreveu para poucos:
Antes sim o lirismo dos loucos!
Para aplacar uma paixão inquieta
E secar uma gota indiscreta,
Que às vezes, dos olhos, se furta.
Nos cega, ensurdece e nos surta,
Por paixões tresloucadas, ardentes,
Que afeta os sentindos dormentes,
E seja eterna, ainda que curta...
Ou antes não amar ninguém!
Ter uma vida plena e vazia,
Sem emoção monótona e fria,
Mas isso enlouquece também:
Ficar longe, seco e aquém
De tudo que é instinto humano
Não ser passível de engano
Se tornar um robô frígido,
Sem sentimento, tolo e rígido,
Porém à prova de dano.
O que ser neste jogo sem fim?
pierrot, arlequim, colombina?
Bêbado, palhaço, bailarina?
Dizei-me, deus meu! Que será de mim?
Dizei se será sempre assim,
Sempre estarei inconformado?
Com a sensação de estar privado,
Dizei-me logo o que fazer!
Ou irei de vez enlouquecer...
não deixei-me só, aqui, parado!
Sigo pois, na minha labuta,
Sem entender qual o sentido,
da vida, depois de ter nascido
Se entregar, pois, a essa disputa,
deixar-se, pois, perder essa luta
Da tríade que é-nos imposta,
E da forma que nos é disposta:
Nascer, reproduzir e morrer!
Apenas isto que constitui o ser?
Seria nossa vida essa b@#$% ?
Diana Athenas Marques Magalhães
Adendo: O que podemos fazer?
Escrever sobre campos plácidos e verdejantes,
quando, por dentro, a fúria dos tufões nos consome?
Balelas... Só balelas!
Umas gostam, outras amam,
Outras de tudo reclamam
por não ter sentimento fecundo
Tampouco o que sentem é profundo,
E cá estou eu a pensar...
Quem tem a sorte de amar,
Tem medo de seguir errando?
Seguem namorando ou ficando?
Eles tem medo de se entregar?
Queria antes ser como um sortudo
Que nada teme, surpreendente,
Com segurança de si, envolvente,
Não fica com medo de tudo...
Não consigo ser assim, contudo,
Tenho em mim o que é necessário
Pra viver um conto corsário,
De amor tão profundo, enlouquente,
Bárbaro, vil, forte, envolvente,
Sagrado tal qual o sudário.
E podia ser tal qual o poeta
Uma vez escreveu para poucos:
Antes sim o lirismo dos loucos!
Para aplacar uma paixão inquieta
E secar uma gota indiscreta,
Que às vezes, dos olhos, se furta.
Nos cega, ensurdece e nos surta,
Por paixões tresloucadas, ardentes,
Que afeta os sentindos dormentes,
E seja eterna, ainda que curta...
Ou antes não amar ninguém!
Ter uma vida plena e vazia,
Sem emoção monótona e fria,
Mas isso enlouquece também:
Ficar longe, seco e aquém
De tudo que é instinto humano
Não ser passível de engano
Se tornar um robô frígido,
Sem sentimento, tolo e rígido,
Porém à prova de dano.
O que ser neste jogo sem fim?
pierrot, arlequim, colombina?
Bêbado, palhaço, bailarina?
Dizei-me, deus meu! Que será de mim?
Dizei se será sempre assim,
Sempre estarei inconformado?
Com a sensação de estar privado,
Dizei-me logo o que fazer!
Ou irei de vez enlouquecer...
não deixei-me só, aqui, parado!
Sigo pois, na minha labuta,
Sem entender qual o sentido,
da vida, depois de ter nascido
Se entregar, pois, a essa disputa,
deixar-se, pois, perder essa luta
Da tríade que é-nos imposta,
E da forma que nos é disposta:
Nascer, reproduzir e morrer!
Apenas isto que constitui o ser?
Seria nossa vida essa b@#$% ?
Diana Athenas Marques Magalhães
Adendo: O que podemos fazer?
Escrever sobre campos plácidos e verdejantes,
quando, por dentro, a fúria dos tufões nos consome?
Balelas... Só balelas!
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