
Como flores
Para depois renascerem
Multicores
Aos poucos vou mergulhando-me
Em dores
Para em seguida reacender
Amores
Os ciclos curvos elípticos
Redemoinhos de ar
Sopram poeira nos ventos
Pras novas terras formar
Reclusão de pensamentos
Anestesia frugal
Luta entre forças e alentos
Dança do bem e o do mal
Canção da lua partida
Imaterial
Teia confusa da vida
Irreal
2 comentários:
Lindo poema!
Reflete um pouco o meu momento :D
Tô de olho viu Apolo?! rsrs
Xero
-Aria, é bom saber que você está de olho viu? Não deixe de espiar não... Obrigado pelo carinho, afinal, essa fase é nossa né? rsrsrsrsrs...
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