segunda-feira, março 14, 2011

Gente, infelizmente o tempo é curto e a inspiração mais ainda!
Isto posto, estou aqui retirando minha candidatura, digo, digo, tô saindo do blog!!!
Mas meu Apolo querido continuará, fará as mudanças [se quiser], e representará muito bem nosso Olimpo por aí!
Bjo a todos!!
Diana Athenas

domingo, março 13, 2011

Sobre o Meu Olhar

Esses meus olhos são como janelas

Por vezes estão abertos

Em outras prefiro fechá-los

Olhos semi-retos


Esses meus olhos vêem muito ou pouco

Se não quero ver eu vejo

Se quero ver não consigo

Olhos de desejo


Esses meus olhos brilham ou apagam-se

Brilham quando não percebo

Apagam-se para que eu possa sentir

Olhos de mancebo


Esses meus olhos são espertos e tolos

Espertos para perceber os erros

E tolos por sempre cometê-los

Olhos de exageros


Esses meus olhos me traem e me iludem

A ilusão é boa

Enquanto não é sentida

Olhos à toa


quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Sobre os Dias

Os dias passam ligeiros

São dias soltos maneiros

Pesados de imensidão

Meticulosos faceiros


Os dias são liberdade

São choro são desespero

Também são a plenitude

Da superação do erro


Os dias são dos amores

Dos finais dos recomeços

São também dos pensamentos

De se pagar altos preços


Dias para ouvir a música

Pra contemplar a manhã

Para gerar um bom filho

Pra manter a mente sã


Dias de impulsividade

De grito paixão verdade

Todos os dias são lindos

Dias de felicidade


domingo, fevereiro 20, 2011

O Brinquedo

Começou a brincadeira

Tá na hora de brincar

Eu sempre fui o brinquedo

Então pode abusar


Depois de tantas brincadas

Acabei me conformando

Agora não há mais choro

Mas também não há engano


Vamos lá faça uma roda

Brinque o quanto quiser

Eu aproveito o que posso

Enquanto você me quer


Nas noites de solidão

Quando não há outro alguém

Você chega sorrateiro

Brinca e diz que me quer bem


Mas como todo brinquedo

Quando já está velhinho

Você me deixa de lado

E escolhe outro mais novinho


sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Poema da Incerteza

Talvez eu realmente seja culpado

Talvez eu realmente mereça

Talvez eu realmente tenha agido mal

Talvez não tenha dado o suficiente

Talvez...

A dor da perda é uma dor ácida

Ela forma buracos em nossa alma

É como uma história inacabada

Um filme sem o final

E eu fico me perguntando

Talvez se eu tivesse agido diferente

Talvez...

Talvez...

Talvez...

E as incertezas vão ficando

E o telefone só chama ai

Tun...

Tun...

Tun...

E me vem aquele nome grego na memória

Acho que preciso evoluir

Ainda não assim

Tão forte como você